MUNICÍPIO ESTÁ A LIMPAR OS “BARRIS DE PÓLVORA” à beira das estradas do concelho

O Município de Tondela está a proceder à execução de faixas de gestão de combustível em várias estradas do concelho.

Para além de estarem em curso os trabalhos na Estrada Municipal 230, entre o Couço (União de Freguesias de Mouraz e Vila Nova da Rainha) e Ferreirós do Dão, as brigadas municipais encontram-se também a ultimar a execução de faixas de gestão de combustível na Estrada Nacional (EN) 2, entre Canas de Santa Maria e Parada de Gonta.

No terreno encontram-se ainda em andamento a execução de faixas de gestão de combustível na EM 230, entre o Caramulo e o Campo de Besteiros, e ainda na ZIM da Adiça.

A par disto, foi ainda efectuado o corte de várias árvores que se encontravam em risco de queda ao longo dos cerca de 20 quilómetros da Ecopista, que atravessam o concelho de Tondela.

Nos próximos tempos, as brigadas municipais iniciarão os trabalhos de execução de faixas de gestão de combustível na EM 627 entre Nandufe e Caparrosa, na EN 628-2 entre Sabugosa e Mosteiro de Fráguas, na CM 1380 entre S. Miguel do Outeiro e Fial, na EM 628, entre S. Miguel do Outeiro e Mosteiro de Fráguas, na EM 230 entre Couço e Ferreirós do Dão, Ferreirós do Dão – Lajeosa do Dão, Ferreirós do Dão e limite do concelho e ainda em Malhapão – Frágua /Corte- Freimoninho e Corte-Teixo.

O Município de Tondela agradece a colaboração de todos, quer dos utentes destas vias, como dos proprietários de terrenos confinantes com as mesmas, que deverão, com a maior brevidade, retirar a madeira cortada, de forma a garantir que na faixa não existam materiais combustíveis.

Caso isto não aconteça dentro dos prazos previstos pela lei, informa-se que a Câmara Municipal de Tondela irá remover esta madeira, que reverterá para o Município de Tondela.

OUTRAS ESTRADAS À ESPERA

Finalmente, o Município substituiu-se aos proprietários que, atempadamente, não cuidaram de limpar as suas testadas em matéria de pinhais e eucaliptais, na chamada gestão de combustível, pois como é sabido, a maior parte dos fogos de 2017 e de outros anos, acontece porque as chamas “saltam” de um lado para o outro, atravessando as estradas e caminhos.

De qualquer modo, a autarquia tem gastos com estas limpezas de áreas florestais nas bermas das estradas e, aqui, alguém há-de pagar.

Lembramos outras estradas que o Município não cita, como por exemplo, a estrada interna, entre Janardo (Guardão) e proximidades da Ladeira (Castelões) passando pelo Figueiral, a estrada 230, na zona de acesso a S. João do Monte, tanto do lado de Arca (Oliveira de Frades), como do lado de Águeda e entre S. João do Monte e Almofala, pelo Teixo e de Daires-Corte, pelo Souto e Castêlo. Lembrar, ainda, a estrada Corveira – Molelinhos, por Vale do Porco.

A nova estrada asfaltada, embora estreita, entre a Marruje e Malhapão de Cima, encontra-se assoberbada de eucaliptos de um lado e doutro da via e até tirando a visibilidade em várias curvas e, já agora, a limpeza de faixas na estrada que serve o aterro sanitário, entre o Barreiro, Borralhal e Rio Milheiro.

Igualmente é de olhar para o potencial combustível que aí vem, com o crescimento anómalo de autênticos “alfobres” de eucaliptais e que parece não interessar a ninguém.

NOTA: Nesta última foto, o que se vê, não é eucaliptal, é sim, um autêntico “trigal”. Se não os arrancarem, quando o fogo vier, será mais um “Deus nos acuda”…

 

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