ASSASSINOS AO SERVIÇO DA INTOLERÂNCIA

POSTAIS DE LISBOA  – O Zé Luzia, meu estimado irmão de muitas lutas em defesa da “IGUALDADE, da LIBERDADE e da FRATERNIDADE”, em Moçambique, e por aí, alertou-me para o que continua a acontecer na Nicarágua.

NÃO SEI, MEUS FILHOS, QUE MUNDO SERÁ O VOSSO

Releio sempre, com o maior dos prazeres, a “Carta a meus filhos/ Sobre os fuzilamentos de Goya”, de Jorge de Sena, esse poeta maior da Literatura Portuguesa, tão injustamente esquecido, duplamente penalizado pelo regime de Salazar e seus seguidores e

POSTAL DE LISBOA – A MÃE DE TODAS AS PROFISSÕES

É frequente ouvirmos um cidadão relembrar este ou aquele professor que, de algum modo, o marcou para a vida, de um modo positivo ou negativo. Há, contudo, outros inúmeros indicadores que não deixam dúvidas acerca da importância dos professores na sociedade.

POSTAL DE LISBOA – O PAÍS QUE TEMOS

A EDUCAÇÃO ACTIVA VERSUS A EDUCAÇÃO PARALÍTICA Há anos que temos vindo a criticar o magíster dixit  que persiste na Educação dos nossos dias. Continua a ser uma prática frequente os professores que ditam apontamentos para os alunos memorizarem, assim

POSTAL DE LISBOA – Os cancros das ditaduras

A ditadura é autofágica, isto é, alimenta-se de si própria, até não restar mais que um amontoado de ossos carcomidos. O ditador aparece sempre como o salvador da Pátria, o único que ama o seu país, o único que sabe

POSTAL DE LISBOA – A Europa do desencanto

A Europa que sempre me encantou era a Europa herdeira de conquistas fundamentais para a felicidade das pessoas: o respeito pelo outro, pela sua cultura, pela sua religião, pela sua identidade, pela história do seu povo Fruto de uma longa

POSTAL DE LISBOA – A África tem de crescer

África é um continente rico, desafiante, com todas as potencialidades para construir países viáveis, prósperos, com gente feliz sem lágrimas. Talvez por isso, por ser demasiado apetecível, atraia tantos interesses, tantos falsos amigos, tanta corrupção, tantas negociatas ruinosas, tantas disputas,

POSTAL DE LISBOA – UMA CAMINHADA SEM FIM

«Quando transferimos o nosso poder para as mãos de políticos profissionais estamos a criar um país em que apenas uns decidem e fabricam destinos e outros obedecem» A democracia deveria ser uma caminhada corajosa, interminável, sem desalentos, teimosa, sem quebras


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