VELOCIDADES EXCESSIVAS – o perigo em cada curva

ZÉ BEIRÃO  –  Tem sido uma constante os despistes de certos automobilistas em determinados locais da cidade, cujas consequências, para além de chapas amolgadas, são os estragos infligidos nos candeeiros da luz eléctrica.

E isto, tanto pode acontecer na zona do Alto do Pendão, na Avenida Sá Carneiro, ou em pleno bairro das Cumeeiras e Fojo, antes e depois do nó do IP3.

Os excessos de velocidade, proibidos por lei dentro de qualquer localidade, por maior ou mais pequena que seja, levam a que as viaturas derrapem em qualquer travagem mais brusca e os veículos tanto podem derrubar candeeiros, como tirar a vida a qualquer desgraçado transeunte, que estiver nesses locais a hora e dia errados.

Sem dúvida que o perigo espreita a cada curva, a cada esquina, ou mesmo antes e depois das rotundas e em plenas ruas e avenidas.

Os peões, sejam, eles da cidade ou das aldeias, merecem o maior respeito, porque caminhar, é natural, agora natural não será transitar a velocidades proibidas, próprias para autódromos ou rampas serranas.

MEDIDAS MAIS DRÁSTICAS, IMPÕEM-SE

Naturalmente, perante estes atentados à vida humana e ao património da sinalização citadina e luminárias que ajudam a ver melhor o caminho por onde se transita, medidas mais drásticas se impõem, para além das rotundas, dos semáforos e das passadeiras.

Aqui há uns bons anos, um amigo meu de Santiago de Besteiros, contou-me uma história muito engraçada, passada numa rua onde morava, salvo erro, em S. Paulo ou Rio de Janeiro.

Perante os condutores que, a altas velocidades transitavam na sua rua, capazes de tirar a vida a qualquer mortal, o homem não viu outra maneira de acabar com a pista, que não fosse a colocação de um pedregulho, na curva da rua que antecedia a sua residência, a que chamou de “quebra-mola”.

Sem dúvida que, quem ali passasse a alta velocidade, não teria tempo de evitar o embate do carro no pedregulho e, certamente, o motor ia à vida.

LOMBAS, PRECISAM-SE

Ora, aqui entre nós, ninguém quer colocar em frente à sua residência, um “quebra-mola” igual ao que o meu amigo colocava no Brasil, de modo a partir motores e a testa, quando se trata de motociclistas.

O que as gentes da Rua Frei Bernardo Castelo Branco, da Avenida Sá Carneiro, da zona das Cumeeiras e do Fojo, entre outras das mais diversas ruas e avenidas, querem, é que, aqui e ali, sejam implantadas as devidas “lombas”, que, certamente, estarão longe de ser “quebra-molas”.

Aqui fica, pois, o apelo às entidades responsáveis do nosso Município. É tempo, destes locais, terem as suas “lombas”, naturalmente assinaladas, para que ninguém diga que foi apanhado desprevenido…

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