A Adices – Associação de Desenvolvimento Local, faz parte de uma parceria internacional onde a floresta é o factor comum de estudo, reunindo parceiros da Suécia, Luxemburgo e Finlândia.
Este projecto que conta, igualmente, com a parceria das associações portuguesas AD ELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e DUECEIRA – Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça, tem na gestão da floresta, o seu potencial e as diferentes utilizações, como preocupação comum.
Integrado na implementação deste projecto de parceria, decorreu ente os dias 5 e 8 de Novembro, uma visita à região sul da Suécia onde se realizou a conferência “Economia verde – uso múltiplo da floresta”.
A visita incluiu uma passagem pela zona de Småland”, Växjö/ Jönköping”, tendo integrado visitas técnicas a espaços florestais, projectos e empresas, enquanto exemplos de boas práticas na área da floresta, onde a preocupação ambiental e económica coexiste de forma positiva para a sua valorização.
Valorização da floresta como factor comum
Segundo uma nota informativa da ADICES, “a comitiva foi composta por representantes técnicos e políticos dos diversos municípios que compõem as associações portuguesas, permitindo estabelecer uma rede de contacto e troca de experiências, onde a valorização da floresta é factor comum de desenvolvimento do território”.
Da visita, para além de contactos com o conselho florestal da floresta Smaland, houve também a oportunidade de assistir à visão científica transmitida pela Universidade de Linnaus, a uma visita a um parque experimental onde foi possível analisar as oportunidades para aumentar a produção, tendo presente que as mudanças climáticas potenciam o aumento da procura do uso de matérias-primas florestais para energia renovável e produtos.
A visita incluiu ainda “o contacto com uma empresa de serração de madeira de pinho e abeto, bem como uma passagem pelo Parque Nacional de Mosse, o maior do país, que contempla duas reservas naturais, Brokullen e Långö Mosse, com uma área protegida perto de 8.000 hectares”.
Esta troca de experiências permitiu, de acordo com a ADICES, “estabelecer uma rede de contactos, perspectivando-se acções futuras, que os diversos parceiros vão poder desenvolver, tendo como mote principal a valorização da floresta, enquanto património ambiental e económico dos respectivos territórios”.









