PARTIDO SOCIALISTA DE TONDELA diz não alinhar em “julgamentos em praça pública”, no caso que envolve o presidente do Município

Na sequência da reportagem apresentada pela TVI, no dia 24 de Janeiro, a propósito do caso que envolve o presidente do Município de Tondela, a estrutura concelhia do PS, liderada por Joaquim Santos, prefere esperar pela decisão da Justiça.

Deste modo, em comunicado, em comunicado, manifesta a sua posição, adiantando que “desde sempre o Partido Socialista defende, sublinhadamente, o Estado de Direito Democrático que assegura as liberdades, os direitos e as garantias dos cidadãos” e que, “de acordo com estes princípios, o PS / Tondela não alinha em julgamentos em praça pública”.

A 2.ª força política do concelho, “defende, afincadamente, que qualquer cidadão é inocente até que as instituições competentes provem o contrário e que naturalmente, aguardamos que, quem de direito e em tempo, esclareça a situação”.

A TVI garantia na reportagem apresentada, ter tido acesso a documentos internos da autarquia tondelense que provam um “esquema fraudulento que, em alguns meses, permitiu ao autarca local, eleito pelo PSD, ganhar mais de 4.500 euros líquidos, justificados com despesas fictícias”.

Nesse “esquema fraudulento”, as ajudas de custo, alegadamente inventadas, terão feito disparar o vencimento de José António de Jesus, sendo que, em alguns casos, o seu salário duplicou e ultrapassou o salário do primeiro-ministro.

Esta situação já foi contestada pelo presidente do Município, uma vez que segundo as suas palavras nas redes sociais, alguém, manipulando números, quis confundir importâncias “ilíquidas” com líquidas”, como noutro local deste jornal online, se reproduz.

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